NucleONData Núcleo operante

ONde o mercado é medido

O núcleo.
Todo o resto
orbita.

A NucleON é uma empresa de dados e fundamento. Medimos o que aconteceu na B3 — ações, opções, futuros e fundos listados — e entregamos medido, não bruto. Histórico organizado, estudo em cima dele, e a conta pronta para quem vai decidir com ela.

383,6Mnegócios no acervo
156pregões
11frentes de estudo
7disciplinas
Operante Em construção Órbita vaga

O que é

Não vendemos recomendação nem sinal.
Vendemos o número — e o método que produz o número.

Para o cliente conferir, discordar e refazer do jeito dele. Nenhuma entrega da NucleON diz o que comprar, a que preço ou quando.

Caro por acesso, não por valor

Série longa e granular ainda é privilégio de mesa institucional. Quem pesquisa sozinho paga preço de banco.

Cobertura que ninguém declara

"Temos histórico da B3" não diz desde quando, de que segmento, com que buracos. Você descobre no meio do estudo.

Armadilha silenciosa

Série sem ajuste de provento, futuro emendado sem rolagem, balanço casado com a data errada. O resultado sai bonito e está errado.

Dado é insumo. Estudo é produto.

Planilha crua todo mundo consegue. O que custa caro é saber o que a planilha esconde.

A órbita

O padrão ON

Cada plataforma resolve uma camada e devolve o resultado pra base. Quem entra por uma porta enxerga o que foi produzido em todas as outras. E o ON não é enfeite: é o LED que diz, em cada uma, o que está acontecendo agora.

O que medimos

Onze frentes de estudo.

Cada uma com métrica definida, fonte pública nomeada e a armadilha que arruína a análise dita em voz alta. Numa empresa de dados o ativo é confiança — e ela não se constrói afirmando qualidade, se constrói mostrando que se conhece o modo como o próprio dado engana.

Empresas

01

Valuation de empresas

Múltiplo em série diária, custo de capital decomposto, ROIC contra WACC. E o que o preço de hoje já embute.

02

RI de empresas

O que a companhia comunicou, com hora de protocolo. Surpresa contra o guidance, e quem cumpre o que promete.

03

Fato relevante

Quanto a informação nova custou, minuto a minuto. Reação, tempo de incorporação e movimento anterior ao anúncio.

Resultado bom não sobe ação.

O que sobe ação é a distância entre o que foi reportado e o que já estava no preço.

Fundos e commodities

04

Valuation de fundos

A distância entre a cota, o laudo e o caixa. Yield com amortização separada do rendimento — que é onde quase todo cálculo erra.

05

Valuation de commodities

Curva, base por praça, carrego e paridade de exportação. O que decide se o hedge protegeu margem ou destruiu.

Em commodity, preço não é um número.

É praça, vencimento, qualidade e data. Quem ignora isso mede a própria base e chama de resultado.

Clima e calendário

06

Estudo de clima

Anomalia de chuva e temperatura por região produtora, dentro da janela em que a lavoura ainda pode perder. Veranico, geada, fase do Pacífico.

07

Sazonalidade

O que se repete por calendário e não por notícia: safra, vencimento, rebalanceamento, virada de mês, hora do dia.

Clima não move preço. Surpresa de clima move.

E só dentro da janela em que a lavoura ainda tem o que perder.

Preço e fluxo

08

Comportamento de preço

Em que regime o mercado está — não para onde vai. Volatilidade por escala, caudas de verdade, reversão contra continuidade.

09

Fluxo de ordem

Quem agrediu, quanto o preço absorveu e a que custo. A camada abaixo do candle, onde se vê se houve pressa ou só ausência de contraparte.

Volatilidade não é um número, é um estado.

Quem trata os dois como a mesma coisa dimensiona pela média e quebra na exceção.

Opções

10

MarketGama

Quanto o mercado de opções obriga a comprar na alta e vender na baixa — ou o contrário. Gama por strike, nível de virada, paredes e pinning no vencimento.

11

Estudo de opções

Superfície de volatilidade por prazo e por delta, skew, estrutura a termo, e o que o mercado cobra a mais do que a realidade entregou.

Gama não diz para onde o mercado vai.

Diz quem vai ser obrigado a comprar na alta. E obrigação move preço melhor que opinião.

O método, atravessando as onze

Sete disciplinas.

É o cumprimento delas — não o tamanho do acervo — que separa dado de dado confiável.

Point-in-timeA versão que existia na data, não a corrigida depois.
Carimbo de horaEvento ancorado no protocolo, nunca em data solta.
Ajuste de eventoProvento, desdobramento, amortização, strike ajustado.
Rolagem declaradaMétodo de emenda explícito, série por vencimento ao lado.
Universo na dataQuem estava listado então — inclusive quem saiu.
Fuso e calendárioNormalizar por evento, não por relógio.
Cobertura declaradaPeríodo, segmento e falhas, na própria resposta.

E os três compromissos que saem daí

01

Cobertura declarada

Período, segmento e falhas conhecidas vêm na própria resposta. "Não houve negócio" e "não temos o dado" são coisas diferentes — e nunca se misturam.

02

Método aberto

Toda entrega diz como o número foi calculado e qual erro arruína aquela análise. A armadilha vem junto, antes de você tropeçar nela.

03

Número que se confere

Fonte pública nomeada, sempre que houver. Se o nosso total não bate com o oficial do dia, o erro é nosso — e aparece.

Execução

OrdemON — o catálogo que uma mesa espera encontrar.

O operador configura uma ordem virtual — quantidade, limite, participação de volume, profundidade de livro — e o motor a trabalha sozinha: coloca, substitui e cancela conforme o mercado anda. São os algoritmos de execução que gestor e mesa de fundo usam há vinte anos, com nome que todo mundo conhece.

Benchmark
  • TWAP em breve
  • VWAP em breve
  • VWAP histórica em breve
  • Participação de volume em breve
Apregoação
  • Iceberg operante
  • Best Offer operante
  • Sniper operante
  • Gradiente linear em breve
Estrutura
  • Spread de duas pernas operante
  • Multileg em breve
Proteção
  • OCO — gain e stop operante
  • Stop loss / start gain em breve
  • Ordem a leilão e fechamento em breve
Vendemos a ferramenta de execução. Nunca a estratégia de quem opera.

O catálogo acima é vocabulário público de mercado — qualquer mesa institucional reconhece cada item. O que a NucleON não vende, não publica e não recomenda é o que fazer com eles: parâmetro, ativo, momento e tamanho são decisão de quem opera, e o risco também.

Como chega até você

Três vias.

01

API

Consulta histórica, paginada, com chave por assinatura. Resumo diário é barato; negócio a negócio é caro e tem limite — separados de propósito, para não pagar o caro usando o barato.

02

Estudo

O recorte pronto: a série já ajustada, a métrica já calculada, a janela já definida. Chega em relatório ou em tabela.

03

Lote

O arquivo do período inteiro, para quem vai rodar no próprio ambiente. CSV ou Parquet.

O plano define profundidade, escopo e volume — não a qualidade do dado. Não existe versão pior para quem paga menos.

No roteiro

O que ainda não está de pé.

Está aqui para não ser confundido com o que já está. Roteiro não é promessa de data — está escrito porque a alternativa é o cliente descobrir sozinho o que falta.

  • Histórico para trás. Levar as séries além do alcance atual, com reconciliação contra a fonte oficial.
  • Mais segmentos. Cada um é um importador novo — e manutenção para sempre. Entram por demanda, não por vaidade de catálogo.
  • Entrega ao vivo. Desenhada e parada. Depende de contrato, não de código: repasse de cotação a terceiro é atividade licenciada, e a licença vem antes da infraestrutura.
  • Painel do cliente. Consumo, cobertura e status, sem precisar perguntar.

ONde o mercado é medido

Dado é o ativo.
A malha é a vantagem.

Se a sua instituição quer entregar estudo, dado profundo e execução sem montar um time de dados do zero, a integração começa por uma conversa técnica de uma hora.